sexta-feira, 16 de novembro de 2012

E eu não digo, mas você sabe.

E eu não digo,mas você sabe. Ou pelo menos deveria saber. Somos mesmo aquele casal estranho, complicado. Você é independente e é marrento; se acha o Jhony Bravo e tem a auto-estima lá em cima. Eu sou independente e sou marrenta também, só pra chamar sua atenção e ver aquela cara de "Você é tão fresquinha, que vontade de te dar umas palmadas" que você faz e logo em seguida aparece aquele sorriso. Esse mesmo, aquele que você faz quando sabe que no fundo, no fundo é tudo de brincadeira o quê eu faço.
Somos aquele tipo de casal que ao mesmo tempo que precisamos urgentemente um do outro, sabemos nos virar sozinho. Difícilmente desmarcamos algo, mas cada segundo que possamos passar um ao lado do outro já é o suficiente para valer o dia.
E é por isso que continuamos aí, quase fazendo dois meses. Dois grandiosos meses que mais parecem anos. E eu já me acostumei tanto com você que quando não te vejo bate uma dorzinha aqui dentro. E não sei muito bem o quê é, deve lá ser saudade.. Sempre dizem que essa danada machuca e murcha a gente. E é bem assim que eu fico quando não te vejo.
E a gente não diz, mas sabemos. Sabemos que precisamos cada dia mais um do outro. Sabemos que um sem o outro, a gente se perde, se perde no meio dessa caminhada, que no começo desenhamos juntos. Sabemos que um sem o outro, não da certo. A gente se encaixa tão bem e eu acho que seja difícil encontrar uma peça mais perfeita que você.
E eu não digo, mas você sabe. Aliás, as coisas que menos falamos, normalmente são as que mais passam pela nossa mente.

ETA.

 Paloma M.

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